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Balança comercial registra superávit de US$ 1,747 bilhão na 2ª semana de maio; importações de fertilizantes tiveram queda

Nas exportações, comparada a média diária até a segunda semana de maio (US$ 834,9 milhões) com a média diária de maio do ano passado (US$ 838,5 milhões), houve retração de 0,4%, em razão da queda de produtos básicos (-3,3%, de US$ 429,5 milhões para US$ 415,1 milhões), por conta, principalmente, de fumo em folhas, café em grão, petróleo em bruto e minério de cobre.

Por outro lado, cresceram as exportações de produtos semimanufaturados (13,2%, de US$ 99,6 milhões para US$ 112,7 milhões, pelo aumento de ouro em forma semimanufaturada, alumínio em bruto, catodos de cobre, açúcar em bruto, celulose) e manufaturados (0,4%, de US$ 290,5 milhões para US$ 291,6 milhões, por conta de tubos flexíveis de ferro/aço, aviões, suco de laranja não congelado, chassis com motor para automóveis, automóveis de passageiros, polímeros plásticos).

Relativamente a abril de 2016, o crescimento foi de 8,6%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (22,8%, de US$ 91,8 milhões para US$ 112,7 milhões), manufaturados (7,3%, de US$ 271,7 milhões para US$ 291,6 milhões) e básicos (7,3%, de US$ 387,0 milhões para US$ 415,1 milhões).

Nas importações, a média diária até a segunda semana de maio de 2016, de US$ 536,8 milhões, ficou 23,4% abaixo da média de maio/2015 (US$ 700,5 milhões). Nesse comparativo, decresceram os gastos, principalmente, com siderúrgicos (-34,3%), combustíveis e lubrificantes (-32,9%), equipamentos mecânicos (-30,9%), farmacêuticos (-28,5%), aparelhos eletroeletrônicos (-28,4%) e veículos automóveis e partes (-27,3%). Ante a abril deste ano, houve crescimento de 2,1%, pelo aumento em químicos orgânicos e inorgânicos (28,4%), siderúrgicos (19,6%), instrumentos de ótica e de precisão (13,5%), plásticos e obras (7,9%) e adubos e fertilizantes (6,4%).

 

Investimentos e Notícias, 16/05/2016

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