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“Importar insumo do Marrocos é mais barato do que de Florianópolis”, afirma o presidente da Yara

“Importar insumo do Marrocos é mais barato do que seria trazer de uma rocha que tínhamos em Florianópolis, em Santa Catarina”.

A informação é do presidente da Yara Fertilizantes ao exemplificar os desafios de logística e infraestrutura enfrentados pela empresa. Lair Hanzen reforça que o setor tem margem pequena e, então, se desenvolve:

“Sem ICMS e sem custo logístico”.

A Yara mantém a operação no Rio Grande do Sul devido ao decreto que reduz em 75% a tributação e pelas operações que já existiam das empresas que comprou: a Trevo e a divisão de fertilizantes da Bunge. Nos últimos dois anos, a empresa investimento cerca de R$ 300 milhões no Estado.

Lanzen conta que outros R$ 700 milhões em investimentos são analisados. Não estão confirmados. Mas, caso ocorram, serão em modernizações, como automação, construção de armazenagem e também em segurança.

“A Yara tem ações negociadas no mercado da Noruega. Obedecemos padrões exigentes e o que acontece aqui se reflete lá”.

O Brasil ainda importa 70% dos fertilizantes que usa no campo.

Acerto de Contas, 12/05/2015

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