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Mineradora que produz fertilizantes em Tocantins tem novo CEO

“A DuSolo Fertilizers informou ontem (12) que contratou Giles Baynham para assumir o cargo de CEO da mineradora, que produz fertilizante natural de aplicação direta na operação Bonfim, em Tocantins. O executivo substitui Darren Bowden, que estava interinamente no cargo há seis meses e permanece como diretor da companhia.

Baynham é formado em engenharia de minas e engenharia financeira, com 19 anos de experiência no setor de mineração. Ele trabalhou com avaliação e financiamento de projetos de mineração, desde a fase de exploração até a produção. As informações são de comunicado enviado ao mercado na terça-feira.

O executivo começou a carreira como engenheiro na Rio Tinto, depois trabalhou em diferentes instituições financeiras, incluindo Mizuho Corporate Bank, NM Rothschild & Sons e Endeavour Financial. Baynham também foi cofundador, diretor e presidente da CB Gold. Recentemente, ocupava os cargos de conselheiro e diretor de Desenvolvimento Corporativo na canadense Alexander Nubia, que desenvolve um depósito polimetálico no Egito.

“A experiência de Baynham no financiamento de projetos de mineração faz dele um grande acréscimo à equipe de gestão da DuSolo e estará focado em executar o plano de desenvolvimento da companhia. Também gostaríamos de aproveitar essa oportunidade para agradecer Darren por sua significante contribuição nos últimos seis meses”, disse Eran Friedlander, presidente do Conselho de Administração da DuSolo.

O último fato relevante publicado pela mineradora foi em 13 de novembro do ano passado, quando fechou uma emissão privada de títulos e captou cerca de US$ 1,83 milhão. Os fundos foram direcionados para o projeto São Roque, adquirido pela DuSolo em setembro de 2015.

A mineradora fechou uma joint venture com a Mineração Batalha, em que vai investir US$ 75 mil em uma campanha de sondagem. Caso os resultados sejam positivos, a DuSolo ficará com 70% do empreendimento e a empresa brasileira com 30%. A DuSolo poderá finalizar a parceria em qualquer momento ou adquirir os 30% da Batalha mediante o pagamento em dinheiro de US$ 3 milhões.

O carro-chefe da empresa, porém, é a operação de Danf em Tocantins. A mineradora tem ainda os projetos Ruth e Samba, no Piauí.”

Notícias de Mineração, 13/01

 

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