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Verde Potash divulga estudo de pré-viabilidade de projeto em MG

A empresa de fertilizantes Verde Potash, listada na bolsa de Toronto, no Canadá, anunciou hoje os resultados de pré-viabilidade para a produção de termopotássio (TK) no projeto Cerrado Verde, localizado no Estado brasileiro de Minas Gerais. 

A empresa informou em comunicado que o custo estimado do projeto é de US$ 113,6 milhões, incluindo US$ 14,7 milhões em contingenciamento, para uma produção de 1.000 toneladas por dia de termopotássio. O custo operacional (incluindo produção, força de trabalho e os custos variáveis) está estimado em US$ 47,12 por tonelada. Somando ao valor outras despesas, como as administrativos e de marketing, o custo sobe para US$ 55,29 a tonelada de termopotássio.

A taxa interna de retorno é estimada em 23,5%. O payback projetado sobre a despesa inicial de capital é de cinco anos. O capital sustentado pela vida útil da mina é estimado em US$ 31,5 milhões, diz o comunicado da empresa. 

A fase 1 da produção deverá produzir 330 mil toneladas de termopotássio por ano. A vida útil da mina é estimada em 31 anos. 

O pré-estudo de viabilidade do projeto Cerrado Verde assume um preço médio FOB de US$ 187,74 por tonelada de termopotássio, com base em pesquisa feita  pela Agris Consultoria. 

“Um Capex de US$ 113 milhões é uma proposta realista para o mercado atual. A Verde espera continuar trabalhando com o governo brasileiro por meio do Inova Agro, programa especial de financiamento do governo, a fim de reduzir a dependência ‘debilitante’ do Brasil pelo potássio da Rússia e do Canadá”, disse em comunicado Cristiano Veloso, presidente e CEO da Verde Potash. 

O estudo de pré-viabilidade avaliou os aspectos técnicos e financeiros de uma planta para a produção de 1.000 toneladas de termopotássio por dia. A mesma planta será operada para processar cloreto de potássio (KCl)

Valor Econômico, 01/04/2014

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