Aguia Resoucers vê resultados positivos em projeto no Brasil
Aguia Resources tem visto bons resultados dos seus esforços no projeto de fosfato em andamento no Rio Grande do sul. A perfuração está em curso nos locais de prospecção de Joca Tavares e Três Estradas com testes iniciais demonstrando alto grau de mineralização.
Autoridades disseram que a fase inicial de perfuração tem sido lenta devido a fortes chuvas, o que levou a empresa a atrasar os trabalhos no alvo Cerro Preto. Sete brocas estão em operação em ambos os locais e mais testes estão pendentes.
O trabalho em Cerro Preto será revisitado uma vez que as condições melhorarem e for concluída uma análise de um programa geofísico realizada no local.
“Nós estamos muito encorajados com os resultados dos estudos iniciais que estão sendo devolvidos a partir da perfuração em Joca Tavares. Eles confirmam que o depósito tem o potencial de fornecer matéria-prima de alta qualidade adicional para Três Estradas que fica a apenas 40 km de distância”, disse Justin Reid, diretor da Aguia.
A Aguia, que possui sede em Sydney é um desenvolvedora de fertilizantes focada em projetos de grande escala de fosfato e potássio no Brasil e atualmente ocupa cerca de 68.700 hectares de licenças que cobrem extensões tanto do norte e do sul da bacia de produção de potássio.
A Aguia disse que sua equipe técnica tem mantido amplas discussões com as autoridades regionais a respeito da possibilidade de agilizar o processo de licenciamento ambiental para o projeto, dada à natureza estratégica dos ativos de fosfato no sul do Brasil.
As autoridades disseram que as discussões também estão em torno de incentivos fiscais e melhoria do acesso à infraestrutura, dois fatores que poderiam adicionar considerável valor ao projeto. “As recentes discussões com as autoridades regionais a respeito do desenvolvimento de nossos ativos no Rio Grande têm sido extremamente encorajadoras. Os estados do sul são uma região agrícola atualmente 100% dependente das importações de fosfato sem novas minas planejadas ou em fase de desenvolvimento”, disse Fernando Tallarico, diretor técnico Aguia. “Uma vez em produção, nós seremos capazes de entregar economias com custos logísticos”, completou.
ICIS, 26/11/2015



