Sumário
Clique no botão abaixo e conheça a equipe responsável pela 2ª edição do Outlook GlobalFert.

Gabriela C.

Juliana L.

Larissa B.

Jéssica R.

Rafael Z.

Estefânia N.

Pedro D.

Laleska S.

Maísa R.

Barbara S.

Ana Larissa C.

Graziela T.

Leonardo M.

Estevan N.

Daniela O.

Paloma L.

Donalis D.
Clique no botão abaixo e veja as considerações da Ministra Tereza Cristina e as das secretarias de Goiás, Paraná e São Paulo.
O lançamento da 2ª edição do Outlook GlobalFert ocorre no mesmo ano em que o GlobalFert completa uma década no mercado. No decorrer destes 10 anos, nos desenvolvemos para ser uma referência em informações sobre o mercado de fertilizantes para os produtores agrícolas do Brasil e todas as empresas da cadeia desse setor fundamental para o agronegócio, e esta edição dá continuidade ao nosso principal objetivo. É uma satisfação para todos nós da YEB consolidar esse conhecimento e torná-lo disponível.
Com o intuito de ser um instrumento para auxiliar os profissionais do setor nas tomadas de decisão, nossa intenção é que esse material contribua para o crescimento do agronegócio brasileiro, auxiliando todo o setor a reduzir custos na compra de matérias-primas e outros insumos e de alguma forma colaborar com o aumento da produtividade agrícola.
O último ano foi marcado pela pandemia da Covid-19 e trouxe grandes incertezas e desafios para todos os setores. O agronegócio brasileiro não parou e você poderá acompanhar na publicação os principais acontecimentos do setor de nutrição vegetal em 2020 e as perspectivas para 2021 dos fatores que mais impactam o mercado de fertilizantes.
No decorrer da sua leitura, você irá observar que a publicação está dividida em 4 partes, totalizando 14 capítulos com informações estratégicas importantes para o segmento.
Com a finalidade de colaborar com um melhor manejo e maior produtividade das culturas agrícolas, a primeira parte do Outlook traz conteúdos sobre Inovação eTecnologia em Fertilizantes para grãos, cana-de-açúcar, floresta e citros.
Na segunda parte, a publicação apresenta análises do mercado de fertilizantes, com informações sobre fornecedores de matérias-primas e fertilizantes especiais, bem como as perspectivas trazidas pelos analistas da YEB em relação aos preços dos fertilizantes em 2021.
A cadeia de distribuição destes produtos é abordada na terceira parte da publicação, com destaque ao importante papel das Cooperativas e Revendas. A quarta parte traz as novidades em tecnologias para máquinas e equipamentos usados na aplicação de fertilizantes.
Por fim, não podemos deixar de agradecer a todos vocês que enxergam o poder que o conhecimento tem para transformar e contribuir para o crescimento do setor de fertilizantes e com todo o agronegócio brasileiro. Expressamos nosso agradecimento aos nossos apoiadores, parceiros e patrocinadores que tornaram possível a disponibilização desse conteúdo ao mercado. Agradecemos aos órgãos do governo, entidades e acadêmicos que aceitaram fazer parte desta publicação e contribuíram de forma signifi cativa com conteúdo de qualidade. O nosso profundo agradecimento a toda dedicação e comprometimento do time da YEB no desenvolvimento e organização desse conteúdo que possibilitou ter um material rico em conhecimento para o agronegócio brasileiro.
O resultado e o alcance da publicação são gratifi cantes e nos motivam ainda mais a aprimorar o conteúdo e buscar novas informações para as próximas edições.
Clique no botão abaixo e veja as considerações da Ministra Tereza Cristina e as das secretarias de Goiás, Paraná e São Paulo.
TEREZA CRISTINA
Ministra de Estado da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento
O caminho para o Brasil se tornar o principal fornecedor de alimentos para o mundo passa pelo aumento de produtividade, produção e diversificação por meio de sistemas de produção sustentáveis e ampliação da pauta exportadora brasileira.
Até 2050, estima-se que o crescimento de nossa produção terá que ser da ordem de 40% para atender satisfatoriamente a demanda global, considerando que deveremos ter 2 bilhões de pessoas a mais no mundo.
Seremos, portanto, peça fundamental para a segurança alimentar mundial.
Para podermos realmente cumprir esse papel, são necessários ganhos de produtividade significativos que permitam produzir cada vez mais na mesma área. E um dos fatores fundamentais para este crescimento vem da inovação, da pesquisa e da produção de fertilizantes.
Fertilizante, portanto, é um insumo indispensável e estratégico na produção agropecuária brasileira e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está adotando medidas para garantir a oferta do produto de forma a ampliar a competitividade do agro nacional.
O Brasil presenciou nos últimos 10 anos um forte aumento nas importações de adubos e houve redução na produção nacional de fertilizantes minerais. Estima-se que hoje o país importe aproximadamente 80% dos fertilizantes utilizados. A dependência se agrava quando pensamos que o Brasil deverá responder por quase metade da produção mundial de alimentos, aumentando de maneira proporcional a demanda por fertilizantes.
De olho neste cenário futuro, o Mapa adotou dois caminhos que buscam equilibrar o mercado de fertilizantes no país. Por um lado, criou o Programa Nacional de Bioinsumos com a expectativa de ampliar o desenvolvimento e a pesquisa para elevar a oferta de produtos, processos e tecnologias sustentáveis para a agropecuária brasileira. Ao mesmo tempo, está plenamente envolvido na construção de um Plano Nacional de Fertilizantes, capaz de ampliar a oferta interna e reduzir a dependência externa do insumo.
O Programa Nacional de Bioinsumos, criado em 2020, busca também melhorar a qualidade e a confiabilidade dos bioinsumos, atendendo a exigências de mercado nacional e internacional. Entre seus objetivos está a promoção de instrumentos de crédito e de incentivos específicos para o desenvolvimento e a inovação dos insumos biológicos como forma de ampliar a oferta e reduzir custos.
Hoje os bioinsumos são produzidos por cerca de 70 fábricas dedicadas aos produtos para controle biológico e, cerca de 25 para inoculantes para a promoção de crescimento das plantas. Em termos de área de utilização, cerca de 10 milhões de hectares recebem produtos para o controle biológico de pragas e ao menos 40 milhões de hectares são cultivados com bactérias promotoras de crescimento de plantas.
A utilização de produtos biológicos traz uma economia de cerca de R$ 165 milhões pela aplicação de produtos para controle biológico (dados da ABCBio) e da ordem de US$ 13 bilhões anuais pela exploração da fixação biológica de nitrogênio (FBN) somente com a cultura da soja (dados do Portfólio de Bioinsumos, Embrapa, 2019). Com certeza, os valores apontados tenderão a aumentar nos próximos anos, especialmente em função da expansão do mercado de biológicos e a priorização desta área dentro do Mapa (Programa Nacional de Bioinsumos), da Embrapa e em muitas universidades e instituições de pesquisa brasileiras.
Também merece destaque o recém lançado Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), que tem o objetivo de ordenar as ações públicas e privadas para melhorar a efi ciência da produção e comercialização de fertilizantes no Brasil, diminuindo a dependência externa e ampliando a competitividade da indústria de fertilizantes e do agronegócio brasileiro no mercado internacional.
O PNF pretende estruturar uma política nacional, fortalecendo a pesquisa científica, reaproveitando resíduos orgânicos e minerais e aumentando a exploração de jazidas de fósforo e potássio.
Em suma, as políticas públicas para ampliar a produção nacional de fertilizantes são fundamentais para sustentar o crescimento do agro brasileiro e garantir a segurança alimentar para o Brasil e para o mundo, promovendo a soberania agrícola de nosso país.
RENATO DE SOUSA FARIA
Secretaria da Agricultura Pecuária e
Abastecimento do Estado de Goiás
Essa é a meta lançada pelo Programa Nacional de Bioinsumos (Decreto nº 10.375 de 26 de maio de 2020) que tem por finalidade ampliar e fortalecer a utilização de bioinsumos no país para gerar desenvolvimento e beneficiar o setor agropecuário. A mudança de paradigma responde aos anseios de organismos nacionais e internacionais de proteção ao meio ambiente e à crescente exigência do mercado consumidor por produtos mais saudáveis e seguros.
O uso de bioinsumos para o controle de pragas e doenças em lavouras, melhoria e conservação do solo, parece ser uma alternativa evolutiva aos produtos químicos sintéticos em função dos seus potenciais efeitos sobre a natureza e saúde humana, principalmente quando não utilizados da forma recomendada. Nada obstante se tratar de uma iniciativa positiva neste cenário, traz consigo uma série de desafios para investidores, fornecedores, produtores, operadores logísticos, indústria, organismos de pesquisa, educação e formação de mão de obra, sendo certo que, a coordenação entre estes elos impacta diretamente na competitividade das cadeias produtivas do agronegócio.
Sim, é possível a conciliação entre sustentabilidade e competitividade, desde que aspectos técnicos, econômicos e ambientais sejam tratados por todos os envolvidos na discussão com o mesmo talento que nossos produtores rurais têm dedicado à produção agropecuária em nosso país.
NORBERTO ORTIGARA
Secretaria de Estado da Agricultura e do
Abastecimento do Paraná
Alimentar-se – de preferência, bem – é o que há de mais fundamental para a vida. Assim, sob qualquer ângulo de análise de atividades essenciais, a produção de comida está entre as primeiras. Da mesma forma acontece com o solo. Ele é fundamental para dar vida aos alimentos. Mas também precisa, eventualmente, ser alimentado. Essa é a função dos fertilizantes.
O solo paranaense é fértil e dele brota uma das maiores diversidades de produtos observadas no Brasil. Assumimos a responsabilidade de ajudar a alimentar a população mundial, estimada em 9 bilhões até 2050. Para isso, o uso racional e científico de fertilizantes é estratégico. Ter produtividade exige, por vezes, a aplicação do insumo. Então, que seja o de maior qualidade, na dose correta e no momento adequado.
Observamos no Estado, como em todo o Brasil, um aumento nesse uso. No ano passado, o Porto de Paranaguá recebeu cerca de 10 milhões de toneladas de fertilizantes, uma alta de 6% na comparação com 2019. Para este ano não deve ser diferente, ainda que não tenhamos os prognósticos definitivos.
A orientação aos profissionais, técnicos e fiscais do sistema da agricultura é que qualifiquem cada vez mais a ação do produtor para o uso sustentável do insumo. Precisamos mais que nunca unir forças, setor público e privado, para avançar na agricultura de precisão. Ela é uma grande aliada para ter o equilíbrio necessário e a reposição ideal para cada cultura. Não podemos correr o risco de estragar um centímetro de solo ou de entregar um alimento menos nutritivo e saudável.















































